O cálculo dos 6% do imposto devido não é trivial. Ele resulta da própria declaração de IR. Além disso, no momento em que uma pessoa faz o incentivo, a sua declaração ainda não está fechada, de forma que ela precisa estimar o que deve acontecer nos meses restantes do ano, do ponto de vista de rendimentos e despesas dedutíveis, para que o imposto devido possa ser calculado de forma aproximada.
Para piorar, para fazer o cálculo, a pessoa precisa saber como vai declarar e em que modelo. Por exemplo, no caso de uma pessoa casada e com filhos, ela vai declarar sozinha ou com o cônjuge? Os filhos declaram sozinhos ou são dependentes? No caso de declaração separada do casal, eles são dependentes de quem? Essas e outras perguntas podem ser feitas e elas afetam o valor do imposto total da família.
Por este motivo, para quem quer fazer uma doação com benefício de IR, a melhor coisa é fazer uso de algum simulador de auxílio ao incentivo.
Em geral, os simulares de doação são muito simples. Em consequência, modelam mal a realidade. Neste ano, a DeclareCerto está disponibilizando um simulador sofisticado, capaz de responder as seguintes questões: (a) Qual é a melhor forma para a família declarar? (b) Para este cenário, qual é o espaço que existe para doações com benefício fiscal de IRPF? (c) Ao fazer o incentivo, para quanto cai o imposto final?
Não deixe de utilizar o simulador da DeclareCerto. Não há qualquer custo!